15 de fevereiro de 2021, às 12:49

Secretaria de Inclusão promove alinhamento com técnicos de referência dos Programas Estaduais de Transferência de Renda


Encontro virtual contou com a participação de representantes dos 75 municípios sergipanos

Após uma semana dedicada ao acolhimento de gestoras e gestores municipais da Assistência Social, a Diretoria de Inclusão Produtiva e Cidadania (DPIC) da Secretaria de Estado da Inclusão e Assistência Social (SEIAS) reuniu técnicos de referência dos Programas de Transferência de Renda dos 75 municípios sergipanos. O encontro virtual aconteceu com o intuito de apresentar a diretoria e suas ações, e para alinhar diretrizes, especificamente, sobre questões relativas ao Cartão Mais Inclusão – CMAIS e ao Programa Mão Amiga, programas de transferência de renda executados pelo Governo de Sergipe, no combate à insegurança alimentar da população em extrema pobreza; e na mitigação dos efeitos do desemprego de trabalhadores rurais no período da entressafra da cana e da laranja.

O diretor de Inclusão Produtiva e Cidadania da SEIAS, Ricardo Mascarello, deu as boas-vindas ao grupo e destacou a importância do alinhamento das gestões com o Estado. “Tivemos, ao longo da semana, a reunião presencial de acolhimento dos secretários municipais na SEIAS, e a DIPC aproveitou a sequência para realizar reunião virtual para apresentar a nossa Diretoria, com o intuito de acolher e sanar as dúvidas tanto dos novos técnicos e gestores, quanto dos que continuam na gestão, principalmente no que diz respeito aos programas de transferência de renda, dando suporte técnico, trabalhando com possíveis articulações institucionais. É um momento muito importante, porque estamos iniciando novas gestões municipais, e tivemos 100% de presença, o que mostra o interesse de todos em participar”, avaliou.  

A apresentação contou com as explicações e mediação da coordenadora do CMAIS na SEIAS e presidente do Conselho Estadual da Assistência Social de Sergipe, Kátia Ferreira, e da gerente do Programa Mão Amiga, Maria Auta Carvalho. “Essa reunião foi extremamente importante, após as reuniões com os secretários municipais, pois os técnicos já estavam com algumas dúvidas quanto à continuidade do programa CMAIS, por exemplo. Então, quando a lei foi sancionada, tornando o CMAIS permanente e continuado, as inquietações foram surgindo através das gestões, por isso, esse momento foi muito importante, e os técnicos participaram ativamente com questionamentos, dúvidas, para que tudo seja feito da melhor maneira para os beneficiários”, afirmou Kátia.

O assistente social e assessor técnico do município de Japoatã, Antônio Braz, reafirmou a importância dos encontros virtuais promovidos pela SEIAS, sempre com o propósito de estreitar laços com as gestões municiais. “A oficina de hoje foi de fundamental importância para basilar as informações quanto aos programas e projetos socioassistenciais ofertados pelo Estado, na perspectiva de minimização das vulnerabilidades potencializadas com a pandemia de COVID-19. O momento foi importantíssimo, pois em decorrência do último pleito eleitoral, muitas mudanças ocorreram nas gestões municipais, muitos técnicos que atuavam à frente desses programas foram substituídos e os novos precisam urgentemente dessa capacitação. Acredito que essa gestão tem esse diferencial de amparar e anteceder as demandas futuras que os municípios possam vir a enfrentar”, pontuou.

Para Jane Alves, assistente social do município de Itaporanga D’Ajuda e técnica responsável pela vigilância socioassistencial do município, os encontros têm por finalidade fazer chegar as informações necessárias para facilitar a execução das políticas públicas para os beneficiários. “Participar dessa reunião sobre os programas estaduais de transferência de renda, o CMAIS e Mão Amiga, é de suma importância, para que os gestores e técnicos mantenham essa interação com a equipe da SEIAS e o alinhamento necessário sobre os programas, visando à participação assertiva dos municípios no desempenho das suas atribuições em relação aos programas, garantindo os direitos dos beneficiários, para que eles tenham sempre o acesso às portas de cidadania que essa política oferece”, concluiu.

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